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Construtora de Maringá recebe investimento milionário e vai gerar mais de mil empregos

Uma construtora de Maringá, que está há dez anos no mercado e se especializou na construção de apartamentos do Minha Casa Minha Vida, está em expansão.

 

Em plena pandemia, quando as empresas lidam com redução de recursos e cortes de pessoal, a LBX Construtora fechou um negócio milionário. Um plano de expansão que recebeu um aporte de capital de R$ 16 milhões e que pode chegar a R$ 20 milhões, das empresas Vista e Paranainvest.

 

O dinheiro vem de dois fundos de investimentos, aqui de Maringá mesmo, que se tornam sócios da construtora.

 

O investimento vai gerar empregos em Maringá e região. A expectativa é que, nos próximos três anos, mais de mil novos empregos sejam criados.

 

Segundo a advogada Carolina Scopel, do escritório de advocacia que assessorou a fusão das empresas, o que atraiu os investidores foi um mercado que tem tudo para crescer no Paraná e no país: a construção de moradias para um público consumidor que quer realizar o sonho da casa própria.

 

“O interessante é que muitas operações de aquisições, de compra, de venda, muitas vezes os acionistas atuais, os sócios da empresa, eles acabam vendendo participação e recebendo dinheiro. Nesse caso, é importante dizer que não foi uma venda, os acionistas atuais, os que já estavam na empresa desde a sua fundação, não é que eles estejam vendendo participação, é um investimento adicional, é um aporte adicional. Esses investidores chegam e colocam dinheiro diretamente na empresa”, explica a advogada.

 

A construtora tem hoje 400 funcionários diretos, faturou R$ 60 milhões no ano passado, e está tocando oito empreendimentos, quatro no Paraná e um no interior de São Paulo.

 

Um dos sócios-proprietários da construtora, Luiz Felipe Egoroff, diz a expectativa é quadruplicar o número de colaboradores diretos e indiretos.

 

“Se nós prevermos quadruplicar o nosso tamanho, aumentar de três a quatro vezes, o emprego deve ser mais ou menos na mesma proporção. Então a gente deve passar de mil funcionários nesse período, nesses três anos”, afirma Egoroff.

 

E que não há risco da pandemia atrapalhar os planos da empresa.

 

“Nossa negociação começou antes da pandemia e foi concluída durante a pandemia e ela não teve nenhuma alteração. Nem nos valores, nem na formatação, nem na nossa perspectiva de futuro. Lógico que ela deu uma atrapalhada pontualmente, mas a gente entende que a construção civil vai ser determinante para a retomada da economia e a gente mantem os nossos planos”, diz o sócio-proprietário da construtora.

 

O plano de expansão da construtora ilustra a Sondagem da Construção divulgada este mês pela Confederação Nacional da Indústria, com apoio da Câmara Brasileira da Indústria da Construção: apesar dos impactos da pandemia, a confiança e a expectativa dos empresários do setor melhoraram.


Fonte: GMC Online